sábado, 13 de fevereiro de 2010

Violas

José Ramiro Sobrinho vai deixar saudades, pelo menos para uns poucos.
Um dos poucos cantores que cantava dez, vinte, duzentas músicas, e era impossível cansar de ouvir. Além da voz, da alegria, da cultura regional, trazia sempre aquele acorde genuinamente brasileiro - GENUINAMENTE brasileiro, faço questão de repetir.

O que me magoa, mais que a passagem dele, é o descaso que vi. Época mais ingrata para se falecer... às vésperas do carnaval. Passar 'in albis' o falecimento de um expoente da música brasileira é lamentável.

Paciência. Talvez tenha sido até melhor ter passado despercebido. Quem conhecia o valor, lamenta. Quem tomar conhecimento a partir de agora... será tarde demais.




A dupla está novamente completa; da banda de lá a alegria deve estar à toda:





Pena Branca, esteja na paz que sempre esteve e espalhou.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

2010

Sim, senhoras e senhores, estamos ativos.

Um bocado ocupado para pensar em postagens, mas este ano promete.

Só para constar: profundamente enojado com o cenário político, e irritado com a passividade do povo. Há tempo para debates quase científicos de reality shows e tabelas de campeonato de futebol, e desinteresse total pelos vexames do Estado...


Vou me ocupar de lançar dicas de ciclismo, uma espécie de manual de sobrevivência urbana para ciclistas.

Abraços.